sábado, 18 de agosto de 2018

Como eu vim para a Nova Zelândia?


Quando o assunto é intercâmbio, muitas dúvidas começam a surgir. Ainda mais se você mora no Japão e o acesso à esse tipo de assunto não é ainda tão divulgado. Sei que tem uma ou outra agência que trabalha com isso, mas, particularmente, acredito que as agências do Japão não conhecem de fato o dia a dia de quem mora no país para o qual elas vendem o intercâmbio. Por isso que desde o princípio, busquei uma agência que tivesse sede na Nova Zelândia. Isso me facilitaria muito em caso de dúvidas, perguntas e auxílio em uma emergência. 

Dica 1 - Busque empresas que tenham escritório no país que você pretende ir estudar. 

Confesso que foi MUITO difícil realizar essa escolha. Você tem diversas opções e muitas vezes não sabe qual é realmente a melhor. Eu cotei com todas as agência de intercâmbio que conheci buscando pela internet. E posso afirmar que o maior problema delas é que ou a pessoa que está vendendo o produto não conhece o que vende ou ela está já de "saco cheio" e manda email "pronto" sabe? Muitas me retornaram com um email padrão, daqueles que eles enviam para todo mundo. Essas eu já cortei de primeira. 

Dica 2 - Preste atenção no primeiro contato que você fizer com a pessoa que está te vendendo o intercâmbio, Observe se ela realmente está conversando com você ou simplesmente enviando pacote pronto, resposta pronta e serviço medíocre. Isso faz toda a diferença! Verifique a postura de quem está te atendendo. 

Desisti do Brasil e comecei a cotar com as agências com sede na Nova Zelândia. Fui muito bem atendida por grande parte delas. Não tenho do que reclamar. O caso é que eu continuava perdida, Afinal, com quem fechar?
Eu acredito muito em intuição sabe? E estava esperando minha intuição me direcionar para o melhor caminho. 
Durante esse meio tempo, eu também decidi começar a buscar apartamentos pelo Airbnb para ficar no meu primeiro mês. Foi quando eu achei um local excelente. Localização perfeita! Mas ainda estava com receio de fechar esse apartamento e não ser o local ideal. Decidi buscar por pessoas que já ficaram no mesmo local, e para minha sorte, achei um blog de um casal brasileiro que havia de hospedado exatamente neste apê que eu tava querendo tanto ficar! 
Entrei em contato com a dona do blog para pedir mais detalhes. Mas não sabia se ela iria me responder pois eu havia mandado uma mensagem pelo Facebook. E para minha surpresa, não é que ela me respondeu? Pois é! 
Conversamos bastante e descobri que a Stella, a dona do blog, trabalhava na área de intercâmbio! Começamos a trocar mensagens e percebi que ela me passava segurança sobre o que estava falando. Comecei a colocar os prós e contras no papel. Vi que a empresa dela, a Kiwi Education, tinha algumas vantagens que outras não me ofereceram:

1- Aplicação do visto de estudante 100% gratuito. Eles tem a própria consultora de imigração que fica responsável pelo visto sem cobrar taxa extra. 
2- Eles não iam me cobrar para buscar no aeroporto nem nenhuma taxa extra para me ajudar aqui na Nova Zelândia.

Dica 3 - Anote no papel o que cada agência está te oferecendo. Coloque de um lado as vantagens e as desvantangens para ficar bem claro na hora de você balancear entre uma empresa e outra. 

O primeiro email que troquei com a Stella foi no dia 16 de outubro de 2017. No dia 29 de maio de 2018 eu estava embarcando para a Nova Zelândia!
Posso dizer que o processo foi muito simples, e o visto do Erik saiu em tempo recorde, em apenas 3 dias úteis. Foi incrível! Ficamos muito felizes.

Para esclarecer as perguntas mais frequentes, eu fiz esse vídeo aqui:


Se você tiver qualquer dúvida é só deixar aqui nos comentários que terei o maior prazer em responder!!!!

Beijos,

Amanda

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